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É
muito PERIGOSO ser cliente
BPI
(Se tem conta no BPI, leia atentamente TODOS os textos.
Se ainda não é cliente, EVITE vir a sê-lo)
Início desta página: 6
de Janeiro de 2002
Dia 08 de Abril de 2002: total EMails enviados - 1.106.000
(...) nesta nova economia o homem não conta; somos todos apenas números. Alvin Toffler
Os factos:
Um cliente do BPI contraiu um empréstimo para parte da compra de
uma casa, mais um outro empréstimo para parte das obras da sua
reconstrução, (total 100.000 ).
O dinheiro para as obras foi insuficiente e o cliente requereu um
reforço de 7.500 . O banco procedeu à reavaliação da
propriedade e todo o processo decorreu normalmente. Contudo não
viria a conceder o reforço porque consideraram que o saldo do
cliente, nessa altura "andava quase sempre no vermelho".
(com as obras a decorrer e tendo já gasto todas as economias o
tal reforço serviria obviamente para obstar a essa situação).
A solução proposta pelo banco foi a de uma letra a 60 dias de 7.500
; (deste modo já havia empréstimo...).
Claro que no final o cliente não conseguiu o dinheiro necessário
para as sucessivas reformas dado que tinha as prestações
normais do primeiro empréstimo para ir liquidando...
As consequências:
A tal letra de 7.500 ; foi protestada pelo banco. O cliente
(que continuava a pagar regularmente as prestações do empréstimo
inicial) solicitou à administração do banco o pagamento da
letra em prestações acessíveis. O banco foi sempre recusando.
Por iniciativa própria o cliente passou a depositar mensalmente
cerca de 200 suplementares por forma a atenuar a dívida
da letra.
O banco considerou o esforço do cliente insuficiente e instaurou
um processo judicial não para receber o valor da letra em dívida
mas... (manipulando a redacção do processo) o total do empréstimo;
obtendo deste modo toda a propriedade (no valor de mais de 200.000
) por conta de uma dívida de cerca de 6.000 !
Análise:
Ao BPI só interessa o apetitoso lucro fácil; adquirir toda a
propriedade do cliente juntamente com as economias que este aí
vai enterrando. Quando o cliente comete qualquer deslize, (para o
qual o BPI vai dando, sempre que pode, uma ajudazinha...) usa de
todas as artimanhas legais, fica com a propriedade, vende-a
realizando dinheiro fácil.
Trata os clientes que engoda, com o recurso a gastos fabulosos em
publicidade (parte dela enganosa), como vítimas da sua política
do "lucro a qualquer preço".
O BPI não trabalha com os seus clientes mas contra os seus
clientes. Vê em cada um deles uma potencial fonte de lucro fácil.
Prepara cobardemente os processos judiciais que visam não o
pagamento da dívida mas a sonegação de toda a propriedade. Não
tendo mesmo qualquer pejo em mentir nas alegações que apresenta
em tribunal. Em sonegar informações sobre a conta do cliente.
Em recorrer a ardis tão baixos como escamotear talões de depósitos
efectuados (e que o cliente pode provar que efectuou).
Conclusão:
A actividade bancária deve reger-se por parâmetros
perfeitamente definidos: o âmbito da sua actuação não pode de
modo algum ser nociva ou prejudicial ao indivíduo, porque desta
forma põe em causa o colectivo e a sociedade. O legislador
quando proporcionou os meios para se recuperar os empréstimos
concedidos, não estava decerto a pensar na possibilidade de se
obter lucro fácil através de processos menos transparentes.
E nem sequer está em causa a validade jurídica da acção que o
BPI interpôs contra o seu cliente. Decerto que os seus funcionários
conhecerão cada vírgula de todas as leis. Trata-se de moral, de
respeito pelos indivíduos, de procedimentos eticamente reprováveis.
Socialmente perniciosos. De capitalismo selvagem na sua expressão
mais reles.
O BPI vai acumulando lucros vampirizando os indivíduos que caem
nas suas armadilhas. O BPI é um parasita social.
Cada indivíduo, isoladamente, nada pode fazer contra este
monstro, mas todos em conjunto podemos - e devemos - dar-lhes uma
lição:
Evitemos qualquer contacto.
Recusemos os seus serviços.
Recorramos a outras instituições.
O BPI está no mercado apenas para se servir de nós.
Agindo
deste modo evitará ser VOCÊ a próxima vítima do BPI!

(Recebemos muitos EMails propondo a divulgação, sugestões e ajuda. Alguns, contudo lembram que é necessário alguma certeza de que o caso aqui divulgado deve estar suportado por provas documentais. Assim, desntro de alguns dias, criaremos uma página que conterá as cópias de todos os documentos respeitantes a este caso).
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Se recebeu um Email alertando-o para a existência desta página,
poderá parecer-lhe estranho como foi que chegamos até si. Nada
de muito extraordinário, o seu endereço existe algures na Net
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Recolhemos, desta forma, cerca de 3 milhões de endereços .pt, (que
estamos a triar cuidadosamente de forma a não duplicar os envios)
o que significa que tentaremos fazer APENAS UMA VEZ, um
portentoso mailling que alcançará muitos portugueses
eventualmente interessados em conhecer os meandros menos claros
da actividade bancária. Se de alguma forma o nosso Email lhe
causou algum transtorno, pedimos as nossas mais sinceras
desculpas. De qualquer forma, o seu endereço JAMAIS SERÁ USADO
PARA QUALQUER OUTRA FINALIDADE. Sobre spammer aconselhamos a
leitura da página: http://www.marketinghacker.com.br/
R. Figueiredo
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